Foto: Rochelle Vaz

SER MÃE… É PAGAR LÍNGUA QUASE TODO DIA!

QUANTAS VEZES VOCÊ JULGOU SUA AMIGA COM FILHOS?

À minha amiga mãe,

Querida amiga, me perdoe. Desde o momento em que me descobri grávida, comecei a pedir perdão, não imagina o quanto já te julguei. Naqueles encontros em que todas iam, como assim não podia deixar seu filho por duas horas com seu marido (depois de ter passado um dia inteiro longe dele pelo trabalho)? Hoje te entendo. Pela sua ausência na viagem para o casamento no litoral, pelo seu esquecimento de me ligar no aniversário, pelo seu atraso em responder as mensagens, hoje eu te entendo. Te entendo por tudo isso e por muito mais. E me solidarizo, e cometo as mesmas “falhas”. Como fui injusta! Mas como saber, o que não sabia. Me achava a mais mãe sem filhos de todas da turma, mas ter – e cuidar – de quatro sobrinhos não foi igual a ter a minha própria criança.

Hoje eu entendo. E te admiro, por sempre tentar acertar, mesmo quando não segue o que sua mãe acha que deveria ou o último estudo de sei lá onde diz que tem que ser (para fazer dormir, para querer comer, para ensinar e bla, bla, bla). Hoje estamos no mesmo time, e mesmo as mães com as quais não troquei uma única palavra, sou condescendente. Pode ter certeza: você é a melhor mãe que seu filho poderia ter, você foi A escolhida!

Querida amiga que ainda não é mãe: sua opinião me importa, você é sim minha amiga! Mas não julgue o meu maternar (apesar de ser difícil não o fazer). Você terá sua opinião para tudo, algumas dicas vão até me fazer rir e, um dia, quando entrar no time de cá – se assim o quiser – vamos rir juntas de tudo aquilo que você acreditava. Não há nada mais maternal do que o pagar língua, é uma atrás da outra…

SE VOCÊ GOSTOU DESSE RELATO, VAI CURTIR ESSE OUTRO QUE A LORENA FALA MAIS SOBRE A MATERNIDADE!

A MATERNIDADE CONTADA POR MULHERES REAIS

 Relato sobre a maternidade, por Lorena Castro.

LORENA CASTRO

Mãe da Alice (2 anos), esposa do Lobão e tia de quatro lindos sobrinhos: Enzo (10 anos), Valentina (9 anos), Lucca (7 anos) e Manu (4 anos) que acabaram sendo um teste para a maternidade. Costumava ela dizer, antes da Alice, que era a mais maternal das amigas, mesmo sem ter filhos. Escrever sempre foi um prazer, queria ter agilidade de colocar no papel as palavras que brotam na mente assim, de repente, ao maternar. Ser mãe sempre foi um sonho, difícil de realizar, mas enfim, se concretizou! Formou-se publicitária, onde a intimidade com a escrita se estreitou em meio a tantas aulas de produção de texto.  Aqui no blog compartilha as dores e delícias do seu maternar através de crônicas emocionantes de temas corriqueiros desta jornada.

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